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Historico das oficinas de inclusão Digital


A Oficina A primeira edição da Oficina para Inclusão Digital aconteceu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF), nos dias 14, 15, 16 e 17 de maio de 2001. O evento consolidou um documento final com diretrizes gerais em torno do tema. Dentre as diretrizes gerais formalizadas nesse documento destacam-se: que os esforços de inclusão digital relativos às crianças são prioritários, a inclusão digital deve ser parte essencial do processo de escolarização, deve existir controle social dos recursos alocados nas ações de inclusão digital e devem ser garantidas a coordenação e regulamentação dos esforços para criação de uma estrutura física de acesso lógico de alto desempenho para ser utilizada também pelas ações de inclusão digital. A 2ª Oficina para Inclusão Digital, realizada também em Brasília (DF), no Blue Tree Park Hotel, em março de 2003, foi uma iniciativa conjunta do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, por intermédio da sua Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, o Sampa.org e a Rede de Informações para o Terceiro Setor – RITS. O objetivo foi dar continuidade às diretrizes da primeira edição de 2001, discutindo e definindo as estratégias de inclusão e equiparação de oportunidades para a população brasileira, em relação aos recursos das tecnologias de informação e comunicação existentes. A 3ª Oficina para Inclusão Digital aconteceu em São Paulo (SP), em maio de 2004, no Centro Cultural São Paulo. Ao mesmo tempo em que ocorria a terceira edição da oficina, acontecia também o III Encontro Latino-Americano de Telecentros, destinado à troca de experiências entre os principais agentes envolvidos em programas de inclusão digital na América Latina e Caribe e o II Encontro Nacional de Telecentros. A 4ª Oficina para Inclusão Digital foi realizada no Rio de Janeiro (RJ), em outubro de 2005. O evento teve como objetivo fazer um balanço da evolução das ações de inclusão digital no Brasil. Em um cenário difuso, com novos protagonistas, outros temas foram abordados como a TV Digital, as rádios comunitárias como impulsionadoras de ID e a Cúpula da Sociedade da Informação. Conceitos de uso de tecnologia foram mudados, como a afirmação de que curso de informática é inclusão digital e de que computador não é prioridade para a população de baixa renda. De forma geral, houve nesta edição da oficina o reconhecimento geral de que os investimentos em inclusão devem ser políticas públicas. A 5ª Oficina para Inclusão Digital aconteceu em Porto Alegre (RS), em junho de 2006. Nesta edição foram apresentadas e debatidas as melhores práticas e visões sobre a inclusão digital no Brasil e em outras partes do mundo que visam a definição de estratégias e propostas de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento econômico e social do país. Foram destaques do evento as oficinas de trabalho sobre os principais temas, a consolidação de documento oficial das melhores práticas para efetivação da inclusão digital no Brasil (Carta de Porto Alegre) e o lançamento do Prêmio Nacional de Inclusão Digital. A 6ª Oficina para Inclusão Digital foi realizada em Salvador (BA), no Instituto Anísio Teixeira – IAT, em novembro de 2007. O evento deu continuidade aos objetivos da edição anterior para a definição de estratégias e propostas de políticas públicas na área e ainda aproximou pessoas que atuam na capacitação e implementação de iniciativas para inclusão digital. Contou com cerca de 2.400 participantes, envolvidos na capacitação e implementação de iniciativas de inclusão digital. Foram realizadas oficinas de trabalho, painéis e debates, apresentados casos de sucesso e consolidado um documento de atualização do produzido na edição anterior (Carta de Salvador). Os painéis abordaram os seguintes temas: infra-estrutura, cidades digitais, redes locais, tecnologias da informação e comunicação nas escolas, conteúdos locais (produção e difusão), economia solidária e arranjos produtivos locais, governança da Internet e políticas públicas de inclusão digital. A 7ª Oficina para Inclusão Digital foi realizada, em novembro de 2008, na cidade de Belém do Pará. Contou com 3.514 inscritos e 2.318 participantes credenciados. A Carta de Belém, elaborada pelos representantes da sociedade civil, trouxe um balanço da política pública de inclusão digital, além de propostas e reivindicações. Veículos da imprensa especializada, portais de notícias e sites governamentais de todo o país noticiaram e repercutiram o evento, totalizando mais de 1.000 registros sobre a 7a Oficina na Internet. Fizeram parte dessa edição, além dos painéis temáticos, oficinas de recondicionamento e desmanche seguro de computadores, metareciclagem e robótica livre, produção de conteúdos e comunicação comunitária, cooperativas tecnológicas, sistemas de gestão de telecentros, redes sem fio, inserção do tema inclusão digital no Fórum Social Mundial, inclusão digital na perspectiva dos territórios, cibercrimes e acessibilidade digital.

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