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I Encontro Nacional do Software Público

16 de outubro de 2009 Deixe um comentário

# O evento: todos os coordenadores de comunidade estarão presentes. Será uma execelente oportunidade para conhecer um pouco mais sobre cada solução, discutir tecnicamente os projetos, apresentar propostas de desenvolvimento e colaborar na evolução de cada software.
# A programação: a primeira versão da grade será divulgada no dia 08/09 para todos os usuários do Portal. A primeira grade estará bem próxima da versão final e isto vai ajudá-lo a montar a sua agenda de participação. O evento vai do dia 27 ao dia 30 de outubro.
# Funcionário público: se você trabalha no setor público não esqueça de colocar o evento na sua programação de viagens. Algumas instituições já fazem no mês de setembro a programação de viagens do mês de outubro.
# As atividades: todas as 30 comunidades abertas e as 02 fechadas terão atividades no evento. Serão mais de 70 atividades. É importante ficar atento com a programação específica da comunidade que você tem interesse.
# As inscrições: as inscrições serão abertas no dia 10/09 para todas as atividades.
# A inscrição no evento: a inscrição é gratuita. Ao se inscrever você tem direito de participar de todas as atividades do Fórum TIC e do I Encontro de Apoio Tecnológico para os Municípios Brasileiros. A prioridade na inscrição será para os usuários cadastrados no Portal SPB.
# A hospedagem: procure reservar seu hotel antecipadamente. Em Brasília, os hotéis normalmente tem uma grande procura. Junto com a inscrição será divulgada uma lista de hotéis. O local do evento fica próximo do Setor Hoteleiro Sul – SHS.
# O local: o evento será no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, SHS, quadra 06, lote 01, conjunto A – Brasília – DF
# As oficinas técnicas: as oficinas têm limite de inscrição, decorrente da quantidade de computadores na sala. Só realize a inscrição se realmente for participar da atividade para não impedir a participação de outra pessoa.
# Os encontros de comunidade: todas as soluções que se encontram há mais de 6 meses no Portal SPB terão encontros de comunidade. Neste espaço serão apresentados, brevemente, o estágio atual da solução, a perspectiva de evolução da mesma e uma rodada de debates com os participantes.
# As conferências: no dia 30 serão realizadas três conferências dedicadas ao CACIC, KyaPanel e OpenACS. Serão 06 horas para cada solução, inclusive com apresentação de casos de sucesso.
# Para quem mora em Brasília ou nos arredores: não deixe sua inscrição para última hora, pois as vagas para as atividades são limitadas.
# A divulgação: a mensagem que será enviada no dia 08 para todos os usuários do Portal SPB poderá ser encaminhada para a sua rede de contatos.

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Nova especificação Wi-Fi permite conexão direta entre equipamentos

16 de outubro de 2009 Deixe um comentário

Com mudança, produtos sem fio podem se conectar sem passar por pontos de acesso, assim como ocorre na tecnologia bluetooth.

Apelidado Wi-Fi direto, a especificação vai deixar laptops ou smartphones se conectar diretamente com outros dispositivos sem fio.

Apesar de elogiado por alguns como fazendo Wi-Fi “mais fácil”, o que a especificação realmente faz é torná-lo mais disponível. Isso porque o rádio Wi-Fi em seu laptop não vai precisar de um ponto de acesso ou um hotspot para se conectar com impressoras sem fio, câmeras, projetores, sensores ou telas de plasma.

“Ele pode revolucionar o que as pessoas fazem com ele”, diz Edgard Fernandes, diretor-executivo, Wi-Fi Alliance, o grupo da indústria que cunhou o termo que agora é uma abreviação amplamente utilizado para redes de rádio com base no padrão IEEE 802.11. Os membros da Aliança, que incluem a Cisco, Intel e outros pesos pesados, têm desenvolvido Wi-Fi direto desde o ano passado como uma forma de permitir que um usuário com uma conexão Wi-Fi possa criar sua própria rede de área pessoal (PAN).

Wi-Fi direto configura um processo de negociação da conexão, resultando em uma relação mestre-escravo, com um dispositivo que tem o papel de “dono do grupo” para um bando de dispositivos Wi-Fi conectados juntos. O proprietário do grupo controla o domínio, administra-o, e pode conceder ou encerrar conexões Wi-Fi.

Os documentos finais do Wi-Fi direto estarão prontos antes do final deste ano, e a previsão é que os produtos sejam certificados já em meados de 2010.

bigoo.com.br – Uma rede social para quem quer compartilhar carro

15 de outubro de 2009 Deixe um comentário

bigoo.com.br – Uma rede social para quem quer compartilhar carro

por Juan Diego Polo

bigooExistem muitas aplicações na Internet que podemos usar para compartilhar carro nas nossas viagens, algumas orientadas a pequenos trajetos locais, outras focadas a grandes distâncias, outras mais preocupadas com a segurança, outras menos… cada país adota suas soluções, e no Brasil acabaram de lançar uma muito boa.

Bigoo foi desenvolvido em forma de rede social onde os membros podem informar os trajetos que planejam realizar para buscar carona e dividir custos no transporte. Desta forma o problema da segurança fica praticamente resolvido, já que podemos limitar a busca a nosso grupo de amigos ou amigos de amigos.

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Cada usuário pode informar no sistema as viagens que realizam, sejam pontuais ou periódicas. Seus contatos poderão consultar os horários e solicitar compartilhar a viagem, com possibilidade de informar o custo se desejam dividir o dinheiro do combustível.

Uma das funcionalidades que me chamou muito a atenção foi o poder compartilhar apenas um parte do trajeto, de forma que fica muito mais fácil encontrar a alguém que esteja passando perto da nossa origem e destino.

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Como rede social podemos ver em qualquer momento o que nossos amigos estão fazendo no sistema, tendo sob controle os percursos realizados.

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Desta forma Francisco Carvalho, Vitor Costa e Davi Pires, com os R$ 300.000 doados pela Facepe, estão conseguindo solucionar o principal problema deste tipo de aplicações no Brasil: a segurança.

O projeto se adapta perfeitamente às necessidades dos universitários, por exemplo, que entram e saem em horários semelhantes e podem formar subredes sociais relativamente numerosas dentro do sistema.

Como modelo de negócio pensaram em cinco diferentes alternativas:

1 – Oferecer o serviço a empresas que o possam usar para facilitar o transporte dos seus funcionários. Criariam instâncias diferentes para cada companhia preservando a segurança dos dados.
2 – Incluir publicidade dentro da aplicação.
3 – Buscar companhias de taxi que queiram se associar ao bigoo para que vários usuários possam compartilhar um mesmo veículo.
4 – Certificar usuários garantindo, dentro do possível, suas boas intenções.
5 – Se associar a sistemas de transporte em organizações de eventos, facilitando a definição das rotas de cada veículo.

Atualmente trabalham no projeto quase dez pessoas, buscando oportunidades de negócio num mercado ainda em crescimento, com um futuro enorme dentro das grandes cidades onde sobra tanto carro como espaço dentro dos veículos.

E aqui uma foto dos três protagonistas da história:

bigoo

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Off topico Novo desafio Profissional

15 de outubro de 2009 Deixe um comentário

Bom dia povo

Desculpem pelo post mais e que estou muito feliz vida nova , nova oportunidade de trabalho embreve mais noticias

to e feliz pacas

Categorias:Pessoal Tags:

Sócio da Oi critica proposta de criar rede estatal de banda larga

15 de outubro de 2009 Deixe um comentário

O presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo, atacou ontem a criação de uma rede estatal de banda larga, ideia que está sendo gestada pelo governo federal. A Andrade Gutierrez é acionista controladora da Oi, que seria afetada pela concorrência do Estado.

Azevedo, que também integra o Conselho de Administração da Oi, disse que o Brasil fez opção pelo modelo privado de telecomunicações quando a União vendeu o controle das empresas do Sistema Telebrás, em 1998. “O retrocesso não faz sentido”, declarou.

A criação de uma rede pública de banda larga é defendida pelo Ministério do Planejamento e pela Casa Civil da Presidência da República. A proposta é que seja construída com as redes ociosas de fibras óticas das empresas estatais Chesf, Furnas, Eletrobrás e Petrobras. Cogita-se também o uso da rede da Eletronet, que está em processo de falência e tem 49% de participação da Eletrobrás.

O projeto foi encomendado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em setembro. Dois grupos de trabalho foram formados, dentro do governo, para preparar a proposta, com data prevista para conclusão em 10 de novembro.

Divergência

A rede nacional de banda larga teria extensão de 31,5 mil quilômetros de fibras óticas e cobriria 4.245 municípios, onde vivem 87% da população.

Os ministérios das Comunicações e do Planejamento têm concepções divergentes sobre o projeto. Enquanto o ministro Hélio Costa (Comunicações) quer que a rede seja montada com as operadoras privadas, o secretário-executivo do Planejamento, Rogério Santana, defende que ela seja gerenciada pela estatal Telebrás (que seria fortalecida com uma capitalização da União) para criar um ambiente de competição.

Pequenos provedores de internet usariam a infraestrutura pública para oferecer acesso em banda larga, sobretudo no interior do país.

Pelos cálculos do Ministério do Planejamento, seria possível construir essa rede estatal de banda larga por R$ 3,2 bilhões, incluindo a infraestrutura (rede) e os acessos.

Já o ministro Hélio Costa apresenta números mais próximos aos das operadoras. Segundo ele, a conta fecharia em R$ 10 bilhões.

A cifra corresponde, segundo o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, ao investimento total das operadoras privadas em banda larga no ano passado. Hélio Costa e Rogério Santana, do Planejamento, não foram encontrados até a conclusão desta edição.

Críticas

A reação de Azevedo foi a primeira manifestação pública da parte das teles sobre a criação da rede pública de banda larga. Segundo ele, há consenso entre as teles de que há um compromisso histórico com o modelo privado. “A Telebrás só está viva para cobrir a deficiência de pessoal da Anatel”, afirma. Parte dos funcionários da agência é empregada da Telebrás.

Azevedo diz que apoia o plano nacional de banda larga, desde que as teles façam parte dele e que seja gerenciado por empresa com controle privado.

Valente, da Telefônica, concorda com um modelo público-privado para a universalização da banda larga, mas diz que a expansão do serviços é emperrada pelo Estado, que não cumpre seu papel. “Não dá para expandir sem licença e sem espectro de radiofrequência. Se o governo não cumprir sua parte, a gente não tem o que fazer.”

O presidente da Claro, João Cox, afirma que a operadora levou a infraestrutura de 3G (telefonia celular de terceira geração) a 300 cidades que aguardam a chegada das redes de transmissão.

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Claro defende pacto para expansão da banda larga

15 de outubro de 2009 Deixe um comentário

É necessário estabelecer um novo pacto para a expansão da banda larga no Brasil. Foi isso que defendeu João Cox, presidente da Claro, em seu discurso no Futurecom, nesta quarta-feira, dia 14. Segundo ele, é preciso uma discussão “madura” envolvendo governo, iniciativa privada
e sociedade, em uma referência tácita à discussão que o governo vem travando, até agora sozinho, para a elaboração do Plano Nacional de Banda Larga.

Para o presidente da Claro, o debate passaria pela discussão de mudanças tributárias, de faixas do espectro radiofônico e pelo uso, tanto por parte do governo quanto da iniciativa privada, da infraestrutura ociosa já existente no Brasil – em mais uma referência tácita, desta vez à rede
da Eletronet, que vem sendo cogitada pelo governo federal como base do plano.

Segundo Cox, a banda larga móvel vai ser essencial na disseminação de banda larga não só pela facilidade de acesso, permitindo que a pessoa acesse de qualquer lugar, mas também pela maior penetração de laptops atualmente, em comparação com desktops, e pela maior penetração de
celulares com acesso à internet. Ele apresentou dados que dão conta de que, no Brasil, os acessos em banda larga cresceram 90% entre dezembro de 2008 e junho de 2009, passando de 800 mil acessos para 2,1 milhões.

Outro dado apresentado foi sobre a maior penetração, atualmente, das linhas móveis comparada à das linhas fixas. “Até fim de 2010, haverá 100% de penetração de celular”, prevê Cox. “Em 2009, há no Brasil 129 milhões de linhas móveis e 41,6 milhões de linhas fixas”, completou. No mundo, são 600 milhões de linhas móveis, contra 500 milhões de linhas fixas.

Para incluir a banda larga móvel na expansão da banda larga do País, seria necessário desonerar as empresas de telefonia, defendeu Cox, que lembrou o fato de o setor ter carga tributária de 50%, maior que a dos setores de perfumes, cigarros e munição. “Falar em expansão da banda
larga sem endereçar este tema é fazer sofisma de composição”, analisou o presidente da Claro.

Completando os pontos essenciais da expansão da banda larga estaria a disponibilização de faixas de frequência de radiofonia para as tecnologias 3G ou 4G, ainda não leiloadas. “Frequências mais baixas são melhores que as mais altas”, afirmou o presidente da Claro, lembrando que disso também vai depender a expansão da banda larga móvel, principalmente em áreas rurais.

Referencia guiadascidadedigitais

Jon “Maddog” Hall será o entrevistado do programa Roda Viva da TV Cultura nesta sexta

15 de outubro de 2009 Deixe um comentário

O presidente da Linux International, Jon “Maddog” Hall, participa nesta sexta-feira (16/10) do programa Roda Viva, na TV Cultura.

O Roda Viva é um dos mais importantes programas de entrevista da televisão brasileira. Desde 1986 segue a orientação da TV Cultura de realizar jornalismo público de qualidade ao oferecer aos telespectadores a possibilidade de conhecer o pensamento e o trabalho de personalidades nacionais e estrangeiras com profundidade.

A gravação começa às 16h30 e o público pode enviar perguntas pelo site www.tvcultura.com.br/rodaviva. O programa também será transmitido pela internet no site www.iptvcultura.com.br.