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Tecnologia 4G pede investimentos para chegar ao Brasil em 2014

11 de janeiro de 2012 Deixe um comentário

Conexão 3G chega a uma velocidade de 1 megabit por segundo, enquanto que a 4G passa de 10 megabits. Acesso mais rápido à internet melhora a qualidade dos vídeos vistos em tempo real, sem necessidade de download.

Não é tão antigo quanto a central telefônica da década de 1920, mas sim, o celular já virou peça de museu. Tão obsoleta quanto a pesada bateria dos primeiros “tijolões” é a ideia de um aparelho feito só para falar. A nova geração de celulares promete uma internet dez vezes mais rápida. O 3G, que ainda ontem trouxe o mundo para a palma da mão, já foi superado.

A tecnologia 4G chegou aos Estados Unidos há dois anos. A primeira empresa a oferecer o serviço no país abriu as portas para a equipe do Jornal da Globo fazer testes. Para comparar a velocidade das duas redes, a 3G e a nova a 4G, usamos dois tabletes da mesma operadora, um ligado em cada rede.

A conexão 3G chega a uma velocidade de 1 megabit por segundo, enquanto que a 4G passa de 10 megabits. O acesso mais rápido à internet melhora a qualidade dos vídeos vistos em tempo real, sem necessidade de download.

A diferença realmente é impressionante. A qualidade do vídeo em 4G é muito superior à qualidade do mesmo vídeo em 3G.

Levamos um aparelho 4G para fazer outro teste: o de download de arquivos. Oferecemos a pessoas que usam o 3G a chance de se conectarem ao wi-fi 4G, para avaliarem a tecnologia mais moderna.

Jacqueline baixou uma foto no celular. Em geral, levava 45 segundos, e levou 20. Michael testou baixar um podcast que costuma levar de cinco a dez minutos. Com o 4G, baixou em apenas um minuto. Ele se diz impressionado, “foi muito rápido”.

Japão

No Japão, os celulares são mais usados como computador de bolso ou TV portátil. Com velocidades de download que chegam até 42 Mbps no meio da rua, Mayumi assiste a um vídeo de um grupo famoso lá, enquanto aguarda uma amiga. Qualidade perfeita.

Com a conexão japonesa, já é possível fazer uma teleconferência por telefone. Quando se captam imagens neste celular e se transmite para o computador, ficam granuladas, ficam congeladas de vez em quando. Quando o 4G chegar, não tenha dúvida. A imagem será perfeita: transmissão ao vivo usando apenas um celular.

Embora as empresas americanas usem comercialmente o termo 4G, os japoneses não consideram que a tecnologia atual, a LTE, usada tanto no Japão como nos Estados Unidos, mereça esse nome. É rápida, mas não o suficiente. Por isso, é chamada ainda de 3G pelos japoneses.

Os japoneses seguem o que sugere a União Internacional de Telecomunicações, órgão da ONU, que considera 4G a conexão com velocidade de download de pelo menos 100 Mbps.
A tecnologia funciona perfeitamente em laboratório, mas ainda faltam alguns anos para chegar às ruas. Um dos principais desafios é reduzir o tamanho do aparelho receptor.

Brasil

Estádio do Morumbi, quarta-feira. Faltam poucos minutos para o clássico São Paulo e Corinthians pelo campeonato brasileiro. O estádio não lotou, mas está cheio. Os jornalistas já estão posicionados, e não conseguimos fazer o teste de velocidade de um celular 3G.

A internet ficou instável, lenta. A velocidade, que gira em torno de 1 Mbps, ficou bem menor, porque dividimos o sinal com todo mundo que está acessando a rede. Para a Copa do Mundo, é preciso mais.

O desafio do Brasil é maior do que o da África do Sul, porque, em 2014, os estádios estarão ainda mais cheios de smartphones e tablets. Atualmente, a telefonia móvel no Brasil funciona assim: o sinal do 3G passa por frequências de ondas entre os aparelhos e as antenas, como em uma estrada.

Quando muita gente usa o celular ao mesmo tempo, os dados emitidos e recebidos são como vários carros que congestionam a via aérea. Os sinais de alguns aparelhos são passados para estradas piores, mais lentas, as frequências do 2G. Quando isso acontece aparece aquela letra “e”, de edge (limite) no aparelho. Quando o tráfico de dados é grande demais, tanto o 3G quanto o 2G ficam congestionados e o celular fica sem sinal mesmo.

Para começar a resolver isso, no ano que vem, as operadores vão abrir os sinais 3,5G. Até a copa, deve chegar o sinal do LTE, que no Brasil também chamaremos de 4G. Todos os sistemas vão funcionar ao mesmo tempo. Se o 4G ficar congestionado, o sinal vai para o 3,5G e assim por diante.

O governo promete o 4G operando em todas as cidades-sede até a Copa do Mundo. A largada será dada em abril deste ano, com a licitação da concessão do 4G. “Na hora em que assumimos o compromisso com relação à Copa, nós assumimos o compromisso com todos os eventos intermediários. Copa das Confederações, por exemplo, é a mesma coisa”, explica Ronaldo Sardenberg, ex-presidente da Anatel.

O governo deve liberar para o 4G uma frequência de menor alcance. Com isso, as empresas, além de adaptar a rede 3G, terão que montar novas antenas e investir em fibra ótica e microondas para o escoamento de dados. As operadoras vão gastar juntas, esse ano, cerca de US$ 18 bilhões na expansão da rede.

Professor de engenharia elétrica do Instituto Mauá, Marcelo Motta explica que o Brasil está atrasado, mas que há tempo para instalar o 4G nas cidades-sede até a Copa do Mundo. “A implantação das redes 3G no país chegou defasada em relação ao mundo por três anos. O mesmo deve acontecer com o 4G. Muitas vezes se chega a essa situação de ter que investir em uma tecnologia sem ter o retorno da tecnologia predecessora”, diz.

Seja para ver vídeo, ver e-mail ou até mesmo para falar com alguém, o rápido crescimento do 3G no Brasil e o péssimo desempenho do sistema em grandes eventos mostram que o 4G será bem-vindo.

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Gerenciamento de Memória no Linux.

8 de dezembro de 2011 Deixe um comentário

Introdução a memória RAM

Primeiramente gostaria de afirmar a todos que sou novo no mundoLinux e sou plenamente a favor do compartilhamento do conhecimento, assim fazendo um país melhor para todos. É com muito prazer que estou fazendo esse primeiro tutorial e espero que tenha paciência, pois é muito difícil não errar na primeira vez. Bem, vamos deixar de conversar e pôr a mão na massa. 🙂

A memória RAM, como o próprio nome já diz, (Random Access Memory) memória de acesso aleatório, é uma memória volátil, isto é, quando se é cortada a energia ela perde os dados, diferentemente de outros dispositivos de armazenamento de massa (HDs, CDROMs, PEN DRIVES e etc), além também de ter a capacidade bem reduzida diante desses dispositivos. Então você deve estar se perguntando: “Então porque utilizar esse tipo de memória?”. A resposta para essa pergunta está logo a diante.

O processador é o dispositivo mais rápido em um sistema computacional, havendo assim uma diferença muito grande entre ele e outros dispositivos de armazenamento de massa, como HDs, CDROMs, PEN DRIVERS e etc. Então se houvesse a comunicação direta entre o processador e esses dispositivos, haveria uma espécie de gargalo, pois esses dispositivos não conseguiriam acompanhar o ritmo do processador. Diante disso foi necessário criar um tipo de memória que fizesse essa ligação e que fosse capaz de se aproximar mais da velocidade do processador (embora a memória RAM seja muito rápida, nunca ela conseguirá alcançar a velocidade do processador. Essa memória se chamou de memória RAM. Depois que ela apareceu diminuiu bastante o gargalo, trazendo assim o aumento da performance do computador.

Memória RAM no Linux

A memória física no Linux é a memória RAM propriamente dita (os módulos de memória). Já a área de troca é um espaço ou partição que geralmente é criada no HD que serve para desempenhar a função da memória, caso exista falta de espaço na memória RAM, evitando assim a perda drástica de desempenho. A união das duas formam memória virtual.

No Linux a memória funciona da seguinte maneira, processos que estão em execução tem prioridade na memória, quando termina um processo e se tiver espaço na memória, ficam resíduos desse processo na memória para uma futura volta desse processo ser mais rápida. Caso essa memória RAM esteja lotada com processos que estão em execução, aí começa a utilização da memória SWAP (troca). Siga os exemplos abaixo que você ira entender:

Digamos que você está com 64 MB de memória RAM e uma SWAP (área de troca) de 200 MB.

Carrego um processo que utiliza espaço de 12 MB e outro de 4 MB, após terminar os processos ficarão resíduos na memória para que futuramente sejam carregado mais rapidamente esses processos.

Carrego agora 3 processos, cada um com 20 MB de memória, após ser terminado um processo ficarão resíduos somente do que sobrou de espaço, pois ele prioriza os processos que estão em execução.

Pegando o exemplo anterior, com os 3 processos em execução, executo mais 1 de 20 MB, após verificar que a memória RAM está cheia, ele começa a utilizar a memória de troca (SWAP).

Verificando a memória

Para verificar como está sendo o uso da memória no Linux utiliza-se o comando:

$ free -m

Esse comando mostrará algo assim:

total   used    free   shared   buffers   cached
Mem:    250     246         4         0        1
-/+ buffers/cache:   183   67
Swap:   564     12        552

Na linha Mem é mostrada a memória física, em -/+ buffers/cache são mostrados somente os processos que estão em execução e quanto tem disponível, ignorando os resíduos de outros processos e em SWAP é mostrada a área de troca usada.

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Apple assume vírus em Mac e promete atualização para eliminar malware

26 de maio de 2011 Deixe um comentário

A Apple prometeu, nesta terça-feira (24/5), liberar, em breve, uma atualização do Mac OS X para eliminar o malware que carrega um falso programa de segurança, apelidado de Mac Defender, assim como suas variações (Mac Security, Mac Protector e Mac Guard).

Além do anúncio da atualização, a Apple também divulgou os passos adequados para que os usuários infectados se livrem do malware. “A atualização também ajudará a proteger os usuários, exibindo um aviso explícito se eles baixarem esse malware”, dizia o comunicado.

Este tipo de malware, conhecido como “scareware” ou “rogueware”, tentam convencer usuários a baixar programas maliciosos, prometendo ajudar na segurança do computador. O Mac Defender foi o primeiro malware direcionado para Macs e esta foi a primeira vez que a empresa reconheceu publicamente uma ameaça.

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NOD 32 Antivirus para Linux

25 de maio de 2011 Deixe um comentário

ESET, provedora global de soluções anti-malware de última geração, anuncia o lançamento de sua solução ESET NOD32 Antivirus 4.0 para Linux, nas versõesBusiness Home Edition, desenvolvidas respectivamente para computadores corporativos e pessoais.

ESET NOD32 Antivirus para Linux utiliza a tecnologia do premiado motor ThreatSense da ESET para oferecer aos usuários uma proteção avançada contra ameaças de segurança, com impacto mínimo no desempenho do sistema.

“Devido à crescente utilização do Linux por consumidores e empresas, é essencial fornecer aos usuários soluções de segurança avançadas para proteger sua plataforma contra ataques”, diz Richard Marko, CEO do ESET. “Com o ESET NOD32 Antivirus para Linux, a proteção da ESET se estende a todos os principais sistemas operacionais, garantindo assim uma proteção atualizada contra as ameaças direcionadas a Linux,Windows ou Mac OS“, comenta.

O ESET NOD32 Antivirus 4 para Linux fornece proteção abrangente contra ameaças multi-plataforma, mesmo que ainda não catalogadas. Seu motor de varredura automaticamente detecta e limpa malwares, incluindo ameaças projetadas para sistemas operacionais Windows e Mac.

O ESET NOD32 Antivirus 4 Business Edition para Linux Desktop inclui o ESET Remote Administrator, que fornece aos administradores um painel de gerenciamento para controlar uma rede inteira de até milhares de computadores a partir de um ponto central. Com essa nova adição à sua linha de produtos, a ESET passa a oferecer a mais avançada proteção a 100 milhões de usuários de Linux, Windows e Mac em todo o mundo.

Entre as principais características do ESET NOD32 Antivirus para Linux são:

  • Detecção Inteligente e plataforma de proteção pró-ativa: A avançada tecnologia heurística fornece em tempo real proteção proativa contra malware, hackers e explorações dirigidas a Linux, Windows e Mac.
  • Baixo impacto no desempenho do sistema: A exclusiva arquitetura do ESET NOD32 Antivirus 4 Business Edition para sistemas Linux foi otimizada para se ajustar perfeitamente ao ambiente do sistema.
  • Interface gráfica do usuário: A interface gráfica do usuário oferece acesso a recursos opcionais, incluindo modo de tela cheia, gráficos informativos, estatísticas e agenda de eventos.
  • As configurações de segurança do controle: Definir quais contas de usuários têm a possibilidade de alterar as configurações para que usuários não autorizados não sejam capazes de desativar ou reduzir a proteção.
  • Gerenciamento simplificado: Fácil gerenciamento e monitoramento de segurança de rede em todas as plataformas que podem realizar tarefas e atualizações e aplicar políticas de segurança de um único console.
  • Controle de mídia removível: Analisa e controla o uso de dispositivos USB, FireWire, CD / DVD para minimizar o risco de infecção ou perda de dados.

A versão para testes do NOD32 Antivirus para Linux pode ser baixada aqui.

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Mudanças de aplicativos no Ubuntu 11.10: Adeus ao Mantenedor do sistema, boas vindas ao Deja Dup

20 de maio de 2011 Deixe um comentário

A ferramenta de backup Deja Dup está confirmada na linha de aplicativos. Já o Mozilla Thunderbird tem sido muito cogitado para inclusão, porém dependerá do espaço disponível no CD, bem como da resolução de outros problemas até outubro. Também foi cogitado um aplicativo para visualizar informações de hardware mais úteis ao usuário.

Mais na fonte: http://www.tiagohillebrandt.et[…]e-aplicativos-no-ubuntu-11-10/

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Ovo da Páscoa “Easter Egg” no Android e no IOS

21 de abril de 2011 Deixe um comentário

Descubra o Easter Egg do Android

Update: Funciona também em iOS

Em plena semana Santa e a poucos dias da Páscoa, lembrei-me de pesquisar se existia algum “Easter Egg” (Ovo da Páscoa) para Android.

O conceito de Easter Egg é conhecido há muitos anos. São pequenas funções, dos mais variados tipos, que se podem encontrar em softwares ou páginas web e que apenas podem ser acedidas através de uma combinação de teclas, “palavra misteriosa”, etc.

Vamos descobrir o Easter Egg do Android!

easter_00

A gigante Google tem vários Easter Eggs disponíveis nos seus serviço. Depois de apresentármos aqui alguns desses Easter Eggs hoje vamos ver o que nos reserva a plataforma Android. Para tal, devemos abrir o browser por omissão do Android e desactivar a opção “Inst.Search

easter_01

Em seguida basta escrever a palavra “tilt”  no browser e mandar pesquisar. (Se tiverem mais do que um browser instalado no smartphone, não se esqueçam de escolher o browser que vem com o Android).

easter_02

Qual o Easter Egg? Bem, agora é a vossa vez de descobrirem o Easter Egg e de nos deixarem a vossa opinião

referencia

http://pplware.sapo.pt/smartphones/android/descubra-o-easter-egg-do-android/

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Vendas de PCs no Brasil crescem 23,5% em 2010, diz IDC

15 de março de 2011 Deixe um comentário

As vendas de computadores pessoais no Brasil em 2010 cresceram 23,5 por cento sobre o ano anterior, para 13,7 milhões de unidades, colocando o país na quarta posição mundial, atrás de Estados Unidos, China e Japão.

Segundo a empresa de pesquisa de mercado IDC, o volume comercializado ficou perto da previsão de vendas de 13,8 milhões de unidades feita em novembro e que havia revisto estimativa de início de 2010, em que a empresa havia calculado as vendas este ano em 13,2 milhões de PCs.

O destaque das vendas ficou com o terceiro trimestre, que registrou vendas de 3,6 milhões de equipamentos, segundo a IDC. “O quarto trimestre de 2010 mostrou um cenário diferente do que víamos no passado, quando eram vendidos mais computadores por conta do Natal. Com a antecipação do varejo nas compras de final de ano, o terceiro trimestre de 2010 foi mais forte”, afirma a empresa de pesquisa em comunicado à imprensa.

Do total de PCs em 2010, os desktops corresponderam a 55 por cento das vendas e os notebooks a 45 por cento, tanto para consumidores corporativos quanto domésticos.

Porém, considerando somente o segmento doméstico, os notebooks superaram os desktops pelo quarto trimestre consecutivo, com 30 por cento a mais de vendas. A tendência já podia ser observada em relatórios anteriores.

Segundo o IDC, a passagem dos desktops para segundo plano deve se acentuar com o crescimento da popularidade dos computadores tablets. De acordo com outra pesquisa da consultoria, 100 mil tablets foram comercializados no país durante o ano passado.

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