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Posts Tagged ‘Distribuições Linux’

Fedora 12 disponível para download

28 de outubro de 2009 2 comentários

A versão beta do Projeto Fedora, o Fedora 12- codinome “Constantine” – já está disponível para download e o lançamento da versão oficial, que foi antecipado, ocorrerá em novembro. Para esta versão, é esperada a inclusão de numerosas melhorias e recursos adicionais desde o lançamento do Fedora 11 em Junho de 2009, tais como:

* PackageKit aumentou a habilidade de instalar automaticamente os pacotes de software que fornecem novos comandos quando o usuário que está operando um terminal de teste. Ele ainda suporta plugin de browser que permite que fornecedores de software de qualquer tamanho forneçam instalação automática para pacotes de software usando tags HTML simples.
* Melhorias no NetworkManager para fazer com que tanto os amplos sistemas de conexões e as conexões de banda larga móveis fiquem mais fáceis. O sinal e a seleção de rede estão disponíveis para que o usuário escolha a melhor conexão de banda larga móvel quando estiver em trânsito. E se o usuário estiver em um sistema que requer uma conexão permanentemente ativa ou endereçamento estático, o NetWork Manager foi projetado para permitir que o usuário configure a conexão direto de seu desktop, e inclua a integração PolicyKit, para que o gerenciamento da configuração possa ser feito por uma central quando necessário.
* Por muitos anos, o formato Ogg Theora, aberto e gratuito, forneceu um caminho para usuários amantes da liberdade compartilharem vídeo. O Fedora 12 inclui o novo Theora 1.1, que alcança uma qualidade próxima de H.264 em um formato de codificação aberto e totalmente gratuito. Com a introdução do Theora 1.1, a qualidade de vídeos gratuitos irá superar as expectativas dos usuários, disponibilizando mídias vibrantes, tanto nos formatos streaming e para download.
* Novas capacidades de virtualização de alto desempenho ajudam os administradores a desenvolverem soluções mais seguras, potentes, escaláveis e fáceis de gerenciar. Os mais novos recursos inclusos incluem melhor gerenciamento de memória e desempenho, mudanças no adaptador de redes, descoberta do armazenamento SAN, melhora no desempenho da imagem de disco virtual, nova infraestrutura boot PXE, e nova biblioteca libguestfs e guestfish shell para permitir alta manipulação automatizada de máquinas virtuais fora do ambiente de virtualização.

Nos do Projeto Fedora Brasil, encorajamos o download do Beta http://fedoraproject.org/get-prerelease , se houver interesse, pegue uma spin. Nos deixe saber o que você pensa sobre esta versão Beta.

Caso tenha problemas, não deixe de reportar os bugs econtrados ( https://fedoraproject.org/wiki/Bugs_and_feature_requests ) ,ajude o Fedora a melhorar a sua versão final.

Confira as novidades que virão no Fedora 12: http://fedoraproject.org/wiki/Releases/12/FeatureList

Seja você também um colaborador Fedora.

BAIXE, USE, REPORTE PROBLEMAS!!

Interaja conosco sobre esta versão através do nosso fórum: http://www.projetofedora.org/forum

Por um Android mais livre

27 de outubro de 2009 1 comentário

As plataformas para celulares baseados em Linux não passam de distribuições especializadas. Como acontece com outras distribuições, o sucesso ou o fracasso das plataformas para telefones depende delas conseguirem atender às necessidades de seus usuários. O Android é uma plataforma de grande destaque no momento, resultado da entrada de mais dispositivos portáteis no mercado e também das ações tomadas pelo Google em relação às distribuições derivadas dessa plataforma. Está claro que no momento o Android não atende às necessidades de todos os seus usuários, mas há mudanças em andamento que podem melhorar essa situação.

A poeira levantada pelo Google ao embarreirar o mod Cyanogen para telefones com o Android já baixou. Não dá para contestar a afirmação do Google de que o Cyanogen estava redistribuindo software proprietário de formas não permitidas pela licença. Mas várias pessoas contestaram o bom senso do Google; afinal, esses aplicativos podem ser baixados de graça em outros lugares, e só podem rodar em telefones que já vieram com uma cópia incluída. Logo, impedir sua redistribuição não traz muitas vantagens (se é que traz alguma) ao Google, e essa atitude foi um balde de água fria nas comunidades de entusiastas que promoviam o Android e tentavam aperfeiçoá-lo. Agora essas comunidades estão tentando se reagrupar e continuar com seus trabalhos, mas as regras do jogo mudaram.

Há tempos, Jean-Baptiste Queru tem sido o representante do Google mais amigo da comunidade; é evidente que ele passa bastante ajudando os outros desenvolvedores a trabalhar com o Android. Agora ele é a peça central de uma tentativa de transformar o AOSP (ou “Projeto de Código Aberto Android”) do Google em um projeto merecedor desse nome. Jean-Baptiste descobriu (meio atrasado, diga-se de passagem) qual é um dos principais obstáculos para quem deseja contribuir com a plataforma: a dificuldade de botar para rodar as alterações feitas por essas pessoas.

O alvo principal do Android são os telefones. Isso significa que, no fundo, no fundo, permitir que os desenvolvedores façam sua parte implica em grande parte em permitir que o Projeto de Código Aberto Android seja usado em telefones. E não estou querendo dizer apenas que deve ser possível compilar e inicializar o Android neles, mas sim que é preciso que ele possa ser utilizado em um telefone no dia a dia. E no momento, isso não é possível. A variedade de aplicativos é muito limitada, nem todos os aplicativos funcionam e há algumas probleminhas esquisitos no sistema.

Também não faz sentido esperar que todos os contribuidores tenham que aplicar o mesmo conjunto de patches manuais para obter um estado funcional básico. O certo seria o Projeto de Código Aberto Android funcionar de primeira em hardware mais difundido.

Qualquer um que já tenha tentado compilar e instalar o Android sabe que isso não é o que acontece hoje. Parte do problema está no enorme tamanho e complexidade da plataforma Android como um todo; e não há muito que se possa fazer nesse sentido. Mas até os donos daquele modelo de telefone voltado para os desenvolvedores do Android (o Android Developer Phone, ou ADP1), que obviamente esperavam poder desenvolver aplicativos para seus telefones, têm que conseguir um conjunto de componentes proprietários e incorporá-los ao pacote todo. Sem falar no problema dos aplicativos proprietários. Um Android totalmente livre não tem mapas, gmail e agenda, nem os aplicativos do Android Market ou os back-ends de sincronização que mantêm o sistema atualizado com a nave-mãe. Não dá para se virar com uma versão dessas em um telefone usado no dia a dia.

De acordo com Jean-Baptiste, é bom começar pelo hardware em que o Android funciona com facilidade: o ADP1, obviamente. Depois que os problemas com o hardware forem superados, pode ser uma boa ideia começar a conversar sobre os aplicativos que estão faltando. Mas até que os desenvolvedores possam criar com facilidade uma versão que rode em um telefone de verdade, não faz muito sentido se focar em objetivos maiores. Com a iminente chegada do AOSP 1.0, parece que a etapa preliminar está prestes a ser concluída.

Não deve ser tão difícil resolver os outros problemas. Se o aplicativo do gmail não for disponibilizado, dá para ler email por IMAP — e isso pode inspirar alguns a aperfeiçoar o aplicativo de email duro de engolir que vem com o Android. Há muita gente interessada em utilitários gratuitos para mapas, incluindo ferramentas como o AndNav, que tem potencial para superar o programa de mapas do Google. O AndNav funciona com dados do OpenStreetMap e faz navegação curva a curva, algo que a ferramenta do Google provavelmente nunca será capaz de fazer. O SlideME é oferecido como substituto gratuito ao Android Market. E por aí vai.

A parte mais difícil talvez inclua as ferramentas que exigem sincronização com os serviços do Google; esses protocolos nem sempre são abertos. Já ficou claro que o Projeto de Código Aberto Android, hospedado no Google, não vai hospedar software desenvolvido para protocolos que tenham sofrido engenharia reversa. Logo, se o Google continuar se recusando a disponibilizar os back-ends do gmail, da agenda e do Android Market, esses aplicativos simplesmente não serão suportados nas versões livres. É claro que nada impede a implementação de aplicativos que se sincronizem a serviços hospedados em outros lugares.

Outra área em que a presença do Google se faz notar no projeto é na licença:

A (L)GPL 3 está completamente fora de questão — a indústria de celulares tem tanto medo dela que todo o ecossistema do Android seria prejudicado se código com essa licença entrasse no Projeto de Código Aberto Android.

A GPL 2 talvez possa ser permitida em componentes novos, mas dado o esforço que o Android vem fazendo para evitar software licenciado por ela, acho que vai ser difícil.

Quem procura por um projeto mais independente pode se interessar pela Open Android Alliance, que está tentando criar uma versão totalmente gratuita do Android, sem a participação do Google. A página do projeto (hospedada, ironicamente, no Google Code) afirma que os novos trabalhos serão licenciados sob a GPL 3. Parece que os desenvolvedores da OAA não estão atados à GPL 3, mas certamente há desenvolvedores que gostariam de ver alguma licença de copyleft ser usada. Se o Google não ajudar e eles tiverem que reimplementar os aplicativos, dizem eles, o certo é que o Google não possa usar o código deles e distribuí-lo em outros aplicativos proprietários.

A Open Android Alliance tem vários desenvolvedores que supostamente estão trabalhando em diversos aspectos desse problema. Mas parece que ele não têm uma lista de discussão e nem disponibilizam código algum para download. O projeto nasceu recentemente, e sua viabilidade a longo prazo ainda não pode ser determinada.

O que está claro é que as pessoas levam a sério a ideia do “telefone aberto”. Não basta jogar um monte de código em um servidor git online; muita gente quer esmiuçar os dispositivos que possui. O Google talvez esteja começando a perceber isso, embora venha tendo problemas para equilibrar a pressão da comunidade de desenvolvedores, das operadoras de celular, dos fabricantes de hardware e de seus próprios advogados. Ainda não ficou claro se essa percepção vai se traduzir em um nível de abertura suficiente no projeto Android, mas parece que as coisas estão tomando o caminho certo.

Pelo visto, a possibilidade do Linux “dominar o mundo” no mercado de telefones está ao nosso alcance. Mas quais distribuições Linux vão participar desse sucesso? Há vários telefones com o Android por aí, mas há um número ainda maior baseado em outras distribuições Linux e na plataforma LiMo. Em breve (talvez não tão “em breve” quando alguns de nós desejariam) haverá telefones com o Maemo para nós brincarmos, e não seria de se surpreender se telefones com o Moblin aparecessem num futuro não muito distante. Algumas dessas plataformas vão se sair melhor do que outras no mercado. E é bem provável que a plataforma mais aberta, que atraia o maior número de desenvolvedores interessados, seja a vencedora.

Fonte Guia do hardware

Ministério das Comunicações realiza pregão para equipar 15 mil telecentrosMinistério das Comunicações realiza pregão para equipar 15 mil telecentros

21 de outubro de 2009 Deixe um comentário

Ação, que faz parte do programa de inclusão digital do Governo Federal, fará licitação de até 165 mil computadores.

O Ministério das Comunicações fará nesta quarta-feira (21/10) um pregão eletrônico para a compra de equipamentos para mais de 15 mil telecentros que serão instalados em municípios brasileiros.

O projeto, parte do programa de inclusão digital do Governo Federal, prevê a criação de 21 mil telecentros até o final de 2010, oferecendo 231 mil computadores com acesso gratuito à internet.

A apresentação dos lances será feita pela internet. As regras para a participação do processo de licitação estão no portal Compras Net, do Governo Federal.

No fim do dia, as melhores propostas serão divulgadas. Elas serão avaliadas pelo Ministério das Comunicações em até 15 dias. Caso sejam aprovadas, começará a fase de contratação e distribuição dos serviços.

O governo federal pretende comprar 165 mil computadores, 165 mil estabilizadores, 15 mil projetores datashow, 15 mil impressoras lases, 15 mil roteadores de internet sem fio, 15 mil câmeras de monitoramento, 180 mil mesas, 210 mil cadeiras e 150 mil armários.

Liberado Pedido de CD’s do Karmic Koala

17 de outubro de 2009 Deixe um comentário

Antes de mais nada quero lembrar a todos que os pedidos de CD’s devem ser feitos apenas se você não tem como fazer o download da imagem.

Captura_de_tela

Foi liberado o formulário para pedidos de CD’s da próxima versão do Ubuntu (karmik koala – 9.10). Para fazer o seu pedido você deve estar devidamente cadastrado no site e escolher pela versão Desktop ou server. Você pode fazer o pedido das duas versões, apenas faça um pedido e volte para a página principal para fazer o pedido da outra versão. Os dois CD’s serão entregues juntos.

Caso queira fazer um pedido especial, mais CD’s, procure pelo link “special requests” e justifique o motivo por estar pedindo mais CD’s.

Fonte : Ubunteiro

Governo lança o e-cidade, software de gestão pública

9 de outubro de 2009 Deixe um comentário

Os municípios brasileiros terão à disposição um software público capaz de gerenciar em um único sistema as principais áreas da prefeitura. Trata-se do e-cidade, desenvolvido para integrar áreas diversas do município como educação, controle de medicamentos, orçamento, finanças públicas, recursos humanos e tributária. A solução também permite gerir serviços que prestam atendimento ao cidadão ao gerar guias para pagamento bancário sem a necessidade de deslocamento.

Todas as prefeituras poderão acessar a ferramenta e-cidade, que será lançada e disponibilizada gratuitamente no Encontro Nacional de Tecnologia da Informação para os Municípios Brasileiros. O evento será promovido pelo Ministério do Planejamento, nos dias 27 e 28 de outubro, no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília.

O Encontro é direcionado a prefeitos, secretários, gestores e técnicos municipais que atuam na área de Tecnologia da Informação. O objetivo é debater o potencial das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) na melhoria da gestão municipal e no oferecimento de serviços virtuais para qualificar o atendimento ao cidadão. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no endereço http://www.softwarepublico.gov.br/4cmbr

A liberação do e-cidade é fruto de uma parceria entre a empresa Dbselller e a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento. Entre as suas funcionalidades estão a autorização, emissão e liquidação de empenhos totalmente integrados ao processo de aquisições e emissão de notas fiscais.

O e-cidade também integra os módulos de compras com os almoxarifados, registra a prestação de contas e gerencia procedimentos como pagamentos de diárias e de restos a pagar. Possibilita o controle dos imóveis, das obras executadas e da dívida ativa do município, além da consulta a processos administrativos. E administra ainda as informações relativas ao Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária Anual (LOA), entre outros.

A solução já está em funcionamento em 15 municípios brasileiros e será disponibilizada no Portal do Software Público Brasileiro (www.softwarepublico.gov.br). No local, há um ambiente direcionado ao apoio tecnológico para os municípios, o 4CMBr – Colaboração, Comunicação, Conhecimento e Compartilhamento -, que já disponibiliza outros software para a gestão municipal em http://www.softwarepublico.gov.br/4cmbr

Referencia Convergencia Digital

Serie Linux Basicao 1 Comando Cat

8 de outubro de 2009 Deixe um comentário

Pessoal estava Aqui pensando Com Meus Botões Vou fazer Uma serie de Tutoriais , Ai Veio a pergunta qual o tema ?
O Tema e Linux Basicao
Resumidamente Todo Dia Vou Posta Um Comando
Vamos o 1 da serie Vai ser Cat ( Não estou falando de Gatinho em Ingles nao kk )

Comando cat

O comando cat é um comando bastante utilizado nos sistemas Unix ( Linux ) para a exibição do conteúdo de um determinado arquivo. Também pode ser utilizado como um simples editor de texto.

Sintaxe:

$ cat /etc/samba/smb.conf

Exibe o conteúdo do arquivo smb.conf.

Nessa combinação usamos o |grep 192.168.1.1 aonde so sera exibido as linhas do arquivo aonde tiver 192.168.1.1

cat /etc/samba/samb.conf |grep 192.168.1.1

O comando cat pode ser bastante útil quando o arquivo a qual se quer exibir for pequeno, porém quando o arquivo é muito extenso, devemos utilizar um complemento:

$ cat teste.txt | more

O comando acima direciona a saída do comando cat para o comando more, que por sua vez tem o funcionamento parecido com o do comando cat, porém ele faz pausas toda vez que a tela é preenchida com conteúdo, facilitando assim a leitura do arquivo.

Também podemos utilizar o cat como um pequeno editor de texto. Para isso devemos digitar:

$ cat > carta.txt

Após digitar este comando, devemos digitar o conteúdo que desejamos enviar para o arquivo carta.txt. Para concluir, basta pressionar Ctrl + D.

Porém o comando acima cria o arquivo carta.txt e caso ele já exista, sobrescreve-o. Para resolver este problema devemos utilizar o comando:

$ cat >> carta.txt

Este comando adiciona o conteúdo do comando cat ao final do arquivo carta.txt.

Usando o cat Pra juntar vario arquivos em um so

cat video.avi* > video_completo.avi

pegaremos todos os avi e forma um arquivo unico video_completo.avi

SLTI seleciona softwares de gestão pública

7 de outubro de 2009 Deixe um comentário

Foram lançadas, no dia 30 de setembro, duas novas consultas públicas para selecionar programas a serem incluídos no Portal do Software Público, sendo uma delas especificamente sobre soluções para municípios. Trata-se das consultas públicas número 24, que pretende selecionar softwares gerais de gestão de tecnologia da informação, e número 25, que pretende congregar soluções de gestão para municípios.

No caso da chamada número 24, é preciso que o software esteja implantado em ao menos um ente público há pelo menos seis meses, o que deve ser atestado pelo titular do órgão. É preciso também contemplar funções de Planejamento de Contratações, Banco de Métricas, Gerenciamento de Serviços de TI, Gestão de Contratos, entre outros.

Já a chamada número 25 exige que os softwares estejam em produção em pelo menos uma prefeitura há pelo menos seis meses, com confirmação da prefeitura em questão. É preciso que tenha funcionalidades de compras públicas, controle de obras públicas, gestão orçamentária, contábil e financeira, administração tributária, dívida ativa, almoxarifado e protocolo, entre outras.

Ambas exigem que as soluções tenham interface web multiplataforma e amigável e que sejam desenvolvidas em software livre utilizando padrões abertos, banco de dados livres ou que não gerem dependência de tecnologia proprietária. Serão aceitas propostas de qualquer instituição pública, privada, do terceiro setor ou da academia que atendam às características e requisitos desta chamada.

Não será dado apoio financeiro às soluções. As selecionadas serão incluídas no portal do Software Público, recebendo a chancela da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, gestora do portal e responsável pelas chamadas públicas. Com isso, irão se tornar referência para órgãos governamentais das três esferas.

Segundo Felipe Costa, da SLTI, a grande vantagem para as empresas cujos softwares figuram do portal é a prestação de serviço. “As soluções são livres e gratuitas, mas as empresas ganham com a prestação de serviços. Os municípios têm uma predisposição maior a usar os softwares considerados públicos”, avalia.

“Software Público” são aqueles de interesse público, “com base jurídica inerente a qualquer bem público, tendo como fundamento o direito da sociedade pelo acesso aos benefícios das tecnologias da informação e comunicação (TICs), com uso de licença que não imponha restrições de acesso, uso e distribuição do código, que resolva demandas comuns do setor público brasileiro e beneficie a sociedade, sendo passível da aplicação de políticas públicas, em função do caráter estratégico do bem software”, segundo definição da SLTI.

Propostas devem ser enviadas pelo e-mail sisp@planejamento.gov.br até 14 de novembro, ou por carta, até 13 de novembro, para: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, Esplanada dos Ministérios, Bloco C, Sobreloja, Sala 133, CEP 70046-900, Brasília, DF.